Cinco ações para consolidar a segurança na nuvem e reduzir custos 

Cinco ações para consolidar a segurança na nuvem e reduzir custos. Essas ações mitigam os riscos em nuvem e melhoram a visibilidade dos ativos, desde o processo de desenvolvimento de aplicações, configurações da sua nuvem até a proteção das aplicações em tempo real contra os ataques mais avançados

É difícil obter segurança para cobrir objetos em nuvem, aplicações, armazenamento, grupos de usuários e redes abrangentes em todas as suas formas, incluindo a crescente exigência de redes híbridas. Neste sentido, torna-se necessário um ambiente de segurança consistente aplicado na nuvem pública e privada, bem como no local nos próprios escritórios e data centers, para que o usuário possa visualizar melhor o cenário de ameaças e estar mais bem preparado contra ameaças e ataques cibernéticos.

A Check Point Software contempla esta segurança consistente em sua plataforma Check Point CloudGuard Cloud Native Application Protection (CNAPP), cujos recursos possibilitam a priorização de risco inteligente, varredura sem agente, gerenciamento de direitos e segurança de pipeline. Com foco no contexto, na velocidade e na automação, tais recursos operacionalizam a segurança na nuvem, removendo complexidades e ruídos indiretos associados aos alertas de segurança de nuvem autônomos tradicionais, além de permitirem que as equipes de segurança se concentrem na prevenção abrangente de ameaças do código à nuvem em todo o ciclo de vida do aplicativo, ao mesmo tempo em que oferece suporte à agilidade do DevOps.

A adoção da nuvem e a transformação digital continuam em ritmo acelerado no mercado. O Relatório de Segurança na Nuvem de 2022 revelou que a configuração incorreta é vista como a causa número um de incidentes relacionados à segurança em nuvem, o que pode ser atribuído à necessidade de operações de segurança 24 horas por dia e fadiga de alerta.

A adoção da nuvem continua acelerada e a capacidade de simplificar a segurança na nuvem tornou-se vital”, explica TJ Gonen, vice-presidente de segurança na nuvem da Check Point Software Technologies. “Ao adicionar o gerenciamento eficaz de riscos e ampliar a oferta de proteção de aplicativos nativos da nuvem (CNAPP) da plataforma Check Point CloudGuard, estamos possibilitando que as organizações mudem o CNAPP para a esquerda e adotem uma abordagem de prevenção em primeiro lugar para sua segurança na nuvem que é fácil de gerenciar.”

TJ Gonen reforça ainda que a solução CNAPP conta com tecnologia IA contextual e mecanismo de pontuação de risco, de modo que as equipes de segurança não precisam mais descobrir manualmente quais alertas corrigir primeiro, pois a máquina fará isso por eles. Ao remover essa carga, os usuários podem se concentrar em migrar suas cargas de trabalho críticas para a nuvem com confiança.

O executivo destaca as cinco ações que vão “decifrar” a nuvem para consolidar a segurança na nuvem e reduzir os custos:

1. Certificar-se de ter um inventário exato. A visibilidade do que a organização mantém na nuvem deve ser incorporada aos seus planos de migração, que podem precisar de mais ferramentas ou consultoria especializada antes de começar a migrar. A sua segurança na nuvem inclui ferramentas de descoberta automática para encontrar todo o seu lixo na nuvem?

2. Ambientes de nuvem seguros e confiáveis são construídos em fundações sólidas usando blocos de construção padronizados. Assim que o usuário mudar ambientes legados para nuvens, soluções de segurança tradicionais como firewalls ou o IPS precisarão ser expandidos, ou, em alguns casos, substituídos pelas novas ferramentas nativas da nuvem.

Outro modelo que cobre isso é a estrutura “4C’s” para segurança na nuvem. Ele define quatro camadas para proteger que são Cloud, Cluster, Container e Code. Qual desses modelos o usuário escolhe é sua própria decisão, mas eles fornecem a estrutura para segurança de nuvem abrangente e unificada.

3. Pode parecer óbvio, mas o usuário precisará adicionar um loop de desenvolvimento contínuo em seu processo porque a nuvem é muito fluida – as mudanças acontecem com o clique de um mouse e terão um efeito indireto em relação à sua postura de segurança.

4. Shift/left e resolva os problemas antes que eles se desenvolvam: isso significa envolver os desenvolvedores no início do processo de segurança para auxiliar a implementar a tecnologia de prevenção. Os desenvolvedores se preocupam com a segurança e precisam de ferramentas ágeis para defini-la em seu processo. Eles não querem desenvolver código inseguro. Dê a eles as ferramentas de segurança certas que se integram às suas necessidades e você manterá esse novo código protegido.

5. Por fim, lembrar de que a computação em nuvem transforma a maneira como consumimos e gerenciamos dados no mundo digital hiperconectado da atualidade, mas introduz ameaças adicionais. O ecossistema de nuvem deve ser protegido de forma eficaz. De acordo com o Global Cybersecurity Outlook 2022, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, a transformação digital e a mudança de hábitos de trabalho são os principais impulsionadores para melhorar a resiliência cibernética.

As equipes de segurança da informação, de segurança de perímetro, de segurança de rede, de arquitetura corporativa, de arquitetura de nuvem, proprietários de aplicações de negócios, DevOps, SOC, IR/IH e GRC não podem mais operar dentro de silos independentes. A Check Point Software ressalta que as organizações precisarão trazer líderes e processos com o usuário e estarem preparadas para combater e superar os desafios dos ciberataques e ciberameaças.

Fonte: Check Point.

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