Seu funcionário saiu do escritório. Seus dados foram junto?

Seu funcionário saiu do escritório. Seus dados foram junto?  O trabalho híbrido mudou o perímetro.

Se seus colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar, sua segurança também precisa estar em qualquer lugar.

O escritório deixou de ser o único lugar onde o trabalho acontece. Hoje, colaboradores acessam aplicações corporativas de casa, hotéis, aeroportos e espaços de coworking. Prestadores de serviços precisam utilizar sistemas internos. Dados trafegam entre aplicações SaaS. Dispositivos pessoais entram na rotina corporativa. E ferramentas de Inteligência Artificial generativa passaram a fazer parte do trabalho diário — muitas vezes antes mesmo de a empresa definir como elas devem ser utilizadas.

O resultado é um problema que firewalls, VPNs e proteção tradicional de endpoints, isoladamente, não foram projetados para resolver: como proteger aplicações, usuários e, principalmente, os dados corporativos quando o trabalho acontece fora do perímetro tradicional da empresa?

O Sophos Workspace Protection foi desenvolvido exatamente para esse novo cenário. 

Trabalhe de qualquer lugar. Proteja de qualquer lugar.

A solução reúne proteção do navegador, Zero Trust Network Access (ZTNA), segurança DNS, controles sobre dados e monitoramento adicional de e-mail em uma arquitetura integrada, administrada pelo Sophos Central. O objetivo é permitir que a organização mantenha controle sobre o workspace independentemente de onde o usuário esteja trabalhando.

Para empresas que precisam transformar essa arquitetura em uma estratégia prática de proteção do trabalho híbrido, a Mindsec disponibiliza o Sophos Workspace Protection como parte de seu portfólio de soluções de Segurança da Informação.

O problema não é mais proteger apenas a rede. É proteger o trabalho

Durante décadas, grande parte da arquitetura de segurança corporativa foi construída em torno de uma premissa relativamente simples: aplicações, computadores e dados estavam predominantemente dentro de uma rede controlada pela organização.

Esse modelo mudou.

Microsoft 365, Google Workspace, Salesforce e inúmeras outras aplicações SaaS transferiram parte importante do ambiente corporativo para a nuvem. Paralelamente, aplicações privadas permanecem em datacenters e nuvens privadas, enquanto colaboradores, fornecedores e parceiros passaram a acessá-las de praticamente qualquer lugar. O perímetro, portanto, deixou de coincidir com as paredes do escritório.

E existe outra mudança ainda mais importante: o navegador tornou-se uma das principais interfaces entre o usuário e os ativos digitais da empresa. É nele que o colaborador acessa aplicações SaaS, sistemas corporativos, e-mail, armazenamento em nuvem e, cada vez mais, ferramentas de IA generativa.

Por isso, proteger apenas a rede é insuficiente. É necessário levar os controles de segurança até o ponto em que usuários, aplicações e dados realmente se encontram.

É justamente aí que começa a proposta do Sophos Workspace Protection. A Sophos posiciona a solução como uma abordagem para proteger o trabalho diretamente onde ele acontece, utilizando um navegador protegido integrado a ZTNA e DNS Protection, em vez de depender exclusivamente do redirecionamento do tráfego através de infraestruturas de segurança centralizadas.

O Sophos Workspace Protection protege usuários, aplicações e dados onde o trabalho realmente acontece — no navegador, em casa, no escritório ou em qualquer lugar.

Pense no navegador como a nova porta de entrada da empresa

Uma analogia ajuda a compreender essa mudança.

Em um prédio corporativo tradicional, a organização controla quem entra, quais áreas cada pessoa pode acessar e quais objetos podem sair de determinados ambientes. No trabalho híbrido, essa portaria precisa funcionar mesmo quando o funcionário está a milhares de quilômetros do escritório.

O Sophos Protected Browser assume parte importante dessa função no ambiente digital.

Baseado em Chromium, ele atua como um navegador corporativo protegido e orientado por políticas, permitindo que controles sejam aplicados diretamente durante a interação do usuário com aplicações Web e SaaS. O Sophos Protected Browser possui mecanismos destinados a reduzir perda de dados, acesso não autorizado e outros riscos associados à atividade realizada no navegador.

Na prática, a segurança acompanha o workspace: Casa. Escritório. Aeroporto. Hotel. Coworking.

O local muda, mas as políticas corporativas não precisam mudar com ele.

Sophos Protected Browser: segurança exatamente onde o trabalho acontece

O Sophos Protected Browser é o componente central dessa estratégia.

A proposta é particularmente interessante porque não tenta transformar a experiência do usuário em algo completamente diferente. Trata-se de um navegador baseado em Chromium, familiar ao usuário, mas com controles corporativos integrados.

Ele pode incorporar ZTNA, proteção DNS, recursos de Secure Web Gateway e controles locais sobre dados.

Isso permite atacar um problema que ganhou enorme relevância com SaaS e trabalho remoto: não basta controlar quem acessa determinada informação; também é necessário controlar o que pode acontecer com ela depois do acesso.

Dependendo das políticas estabelecidas, a organização pode controlar operações relacionadas a copiar e colar, screenshots, compartilhamento de tela, salvamento de arquivos, downloads e uploads. Esses controles podem variar conforme usuário, grupo, aplicação ou cenário de acesso.

Imagine um prestador de serviços autorizado a consultar informações em determinada aplicação corporativa. A empresa precisa que ele visualize e utilize esses dados para executar seu trabalho. Mas isso não significa necessariamente que deveria ser permitido copiar essas informações para um e-mail pessoal, salvá-las localmente ou transferi-las para outra aplicação.

Essa diferença entre “poder acessar” e “poder fazer qualquer coisa depois de acessar” é fundamental para a proteção moderna de dados.

O colaborador precisa do aplicativo. Não precisa da rede inteira.

Outra mudança importante está no acesso remoto.

VPNs tradicionais foram fundamentais para viabilizar o acesso corporativo durante décadas e continuam adequadas a diversos cenários. Entretanto, frequentemente criam conectividade com uma rede ou segmento maior do que a aplicação específica necessária ao usuário.

O Sophos ZTNA (Zero Trust Network Access) trabalha com outra lógica.

Em vez de partir do princípio de que o usuário conectado deve receber determinada confiança implícita, o acesso pode ser concedido especificamente aos recursos necessários e considerar também a postura do dispositivo. A Sophos destaca ainda que aplicações privadas podem permanecer invisíveis para usuários não autorizados e para o mundo exterior.

A diferença conceitual é importante:

VPN: conecte o usuário à rede.

ZTNA: conecte o usuário somente ao aplicativo autorizado.

Para ambientes híbridos, essa mudança ajuda a reduzir a superfície de ataque e aproxima a arquitetura do princípio de privilégio mínimo (Least Privilege).

O Sophos ZTNA também está integrado ao Protected Browser e pode proporcionar acesso a aplicações privadas, além de cenários envolvendo RDP e SSH.

BYOD, terceiros e prestadores: quando o computador não pertence à empresa

Um dos problemas mais difíceis do trabalho moderno aparece quando o usuário é autorizado, mas o dispositivo não pertence à organização.

Prestadores de serviços, consultores, fornecedores, parceiros, profissionais temporários e equipes envolvidas em fusões e aquisições frequentemente precisam acessar recursos corporativos utilizando dispositivos sobre os quais a TI possui controle limitado ou inexistente.

É o clássico cenário de Bring Your Own Device (BYOD) onde o dilema para Segurança da Informação é evidente.

A organização precisa liberar acesso para que o trabalho aconteça, mas não deveria abrir mão da proteção dos dados simplesmente porque aquele endpoint não está sob seu gerenciamento.

O Workspace Protection foi explicitamente projetado para contemplar acesso de BYOD, contratados, terceiros e usuários convidados em dispositivos não gerenciados.

Isso abre possibilidades importantes para organizações com ecossistemas extensos de fornecedores e parceiros.

Em vez de transformar cada terceiro em um endpoint corporativo completamente gerenciado, podem ser estabelecidas fronteiras específicas para quem acessa, qual aplicação pode acessar e o que pode fazer com os dados disponíveis naquela sessão, de acordo com as políticas configuradas.

Shadow IT: não se controla aquilo que não se consegue enxergar

Existe ainda outro efeito colateral do trabalho distribuído.

Quando o usuário não encontra rapidamente a ferramenta de que precisa, ele frequentemente encontra uma por conta própria:

  • Um serviço de armazenamento
  • Uma ferramenta de conversão de documentos
  • Um aplicativo SaaS
  • Uma plataforma de compartilhamento
  • Uma extensão do navegador.

Esse fenômeno é conhecido como Shadow IT.

O risco não está apenas na utilização de uma aplicação não homologada. O verdadeiro problema aparece quando dados corporativos começam a circular por serviços que a área de Segurança da Informação sequer sabe que estão sendo utilizados.

O Sophos Workspace Protection oferece recursos para monitorar e controlar utilização não autorizada da Web e de aplicações SaaS, aumentando a visibilidade sobre esse ecossistema.

E, em 2026, esse problema ganhou uma dimensão ainda mais difícil de controlar: a Shadow AI. Além das aplicações SaaS não homologadas que já caracterizavam o Shadow IT, colaboradores passaram a utilizar ferramentas de IA generativa para analisar documentos, resumir informações, produzir código e executar tarefas do dia a dia — muitas vezes inserindo dados corporativos em serviços que a organização não conhece, não avaliou ou não autorizou.

Shadow AI: seus funcionários provavelmente já descobriram a IA

ChatGPT e outras plataformas de IA generativa mudaram rapidamente a produtividade corporativa.

Um funcionário pode utilizar IA para resumir documentos, revisar contratos, produzir código, analisar planilhas, preparar propostas ou elaborar apresentações. O ganho de produtividade pode ser significativo, mas o risco aparece quando, para obter essa produtividade, informações corporativas são inseridas em serviços que não foram previamente avaliados ou autorizados pela organização:

  • Código-fonte.
  • Dados pessoais.
  • Informações financeiras.
  • Documentos estratégicos.
  • Contratos.
  • Credenciais.
  • Propriedade intelectual.

A pergunta para o CISO deixa de ser simplesmente: “Vamos permitir IA?”

A questão mais útil passa a ser: “Como permitir que a empresa utilize IA sem perder visibilidade e controle sobre os dados?”

A Sophos incorporou explicitamente esse cenário ao Workspace Protection. A solução oferece visibilidade sobre Shadow AI, permite direcionar usuários para ferramentas de IA aprovadas e aplicar controles destinados a restringir movimentação de dados.

Isso transforma a discussão de IA generativa de uma escolha binária entre “bloquear” ou “liberar” para um problema mais maduro de governança de uso.

DNS Protection: proteção que acompanha o endpoint

O pacote também incorpora o Sophos DNS Protection for Endpoints, acrescentando uma camada importante de proteção justamente em um ponto essencial da navegação: a resolução dos endereços que o usuário tenta acessar.

As consultas DNS dos dispositivos abrangidos pelas políticas podem ser encaminhadas de forma segura, por DNS sobre HTTPS (DoH), ao serviço Sophos DNS Protection. Isso permite aplicar políticas e bloquear o acesso a domínios maliciosos ou indesejados antes mesmo que a conexão com o destino seja efetivamente estabelecida.

Essa capacidade ganha ainda mais importância no trabalho híbrido e remoto. Dentro do escritório, o dispositivo normalmente opera atrás de diferentes controles corporativos de rede. Quando o colaborador fecha o notebook e continua trabalhando de casa, de um hotel, aeroporto ou coworking, parte dessa infraestrutura deixa de estar naturalmente entre o dispositivo e a Internet.

É exatamente nesse momento que a segurança não pode depender do endereço físico do colaborador. Ao estender a proteção DNS ao endpoint, os controles acompanham o dispositivo mesmo quando ele deixa a rede corporativa, contribuindo para manter uma política de proteção mais consistente onde quer que o trabalho aconteça.

Em outras palavras: se o usuário pode levar o trabalho para qualquer lugar, a proteção também precisa viajar com ele.

E-mail: uma camada adicional sobre aquilo que a empresa já possui

O e-mail continua sendo um dos principais vetores de entrada para ataques contra organizações. Phishing, roubo de credenciais, links maliciosos, malware e diferentes formas de engenharia social exploram justamente um canal que faz parte da rotina de praticamente todos os colaboradores.

Dentro do Sophos Workspace Protection, o Sophos Email Monitoring System acrescenta uma camada adicional de visibilidade e detecção à proteção de e-mail já utilizada pela organização. Em vez de exigir a substituição da infraestrutura existente, ele pode atuar em conjunto com ambientes Microsoft e Google, complementando os mecanismos de segurança já disponíveis.

Essa abordagem é especialmente interessante para empresas que desejam ampliar a capacidade de identificar mensagens maliciosas ou indesejadas sem iniciar um projeto de migração de sua plataforma de e-mail. A organização preserva o ambiente que já utiliza e adiciona monitoramento, relatórios e uma camada complementar de detecção.

Na prática, a proposta é simples: não substituir o que já funciona, mas acrescentar visibilidade e proteção onde ainda podem existir lacunas.

Quatro tecnologias trabalhando como uma única estratégia

O Sophos Workspace Protection foi concebido para tratar o ambiente de trabalho moderno como um ecossistema integrado, e não como uma coleção de problemas isolados. Para isso, reúne quatro componentes que atuam em diferentes pontos da jornada do usuário e, em conjunto, ajudam a proteger o acesso às aplicações, a navegação e a movimentação de dados:

  • Sophos Protected Browser — navegador corporativo protegido, baseado em Chromium, que leva controles de segurança diretamente para o ambiente em que grande parte do trabalho acontece. Permite aplicar políticas de acesso, proteção Web e controles sobre determinadas ações envolvendo dados;
  • Sophos ZTNA — aplica princípios de Zero Trust Network Access, permitindo que usuários autorizados acessem aplicações e recursos privados específicos sem que seja necessário conceder acesso amplo à rede corporativa;
  • Sophos DNS Protection for Endpoints — estende a proteção DNS aos dispositivos, ajudando a bloquear o acesso a domínios maliciosos, indesejados ou incompatíveis com as políticas corporativas, inclusive quando o usuário está fora da rede da empresa;
  • Sophos Email Monitoring System — acrescenta visibilidade e capacidade complementar de detecção ao ambiente de e-mail existente, auxiliando na identificação de mensagens maliciosas ou indesejadas sem necessariamente exigir a substituição da plataforma utilizada pela organização.

Essas capacidades são administradas por meio do Sophos Central, proporcionando uma visão mais integrada das políticas e reduzindo a necessidade de operar cada camada de proteção como uma solução completamente independente.

Essa integração é particularmente relevante porque o risco do trabalho híbrido não cabe mais dentro de uma única categoria tradicional de segurança. O mesmo colaborador pode começar o dia conectado à rede corporativa, continuar trabalhando de casa, acessar uma aplicação SaaS pelo navegador, consultar um sistema privado, receber um link por e-mail, utilizar uma ferramenta de IA generativa e compartilhar informações com um fornecedor — tudo isso em poucas horas.

Cada uma dessas ações atravessa uma fronteira diferente de segurança.

Por isso, proteger o workspace moderno exige olhar simultaneamente para acesso, aplicações, identidade, endpoint, navegador, Web, SaaS, e-mail e, sobretudo, para os dados que circulam entre todos esses ambientes.

É justamente a combinação dessas camadas que sustenta a proposta do Sophos Workspace Protection: em vez de tentar reconstruir o antigo perímetro corporativo ao redor do usuário, levar os controles de segurança até onde o trabalho realmente acontece.

Por que enviar todo o tráfego para mais uma infraestrutura de segurança?

Arquiteturas de Secure Access Service Edge (SASE) e Security Service Edge (SSE) oferecem respostas importantes para muitos dos desafios criados pela adoção de nuvem, SaaS e trabalho distribuído. Em ambientes de maior complexidade, essas abordagens podem desempenhar um papel relevante na estratégia corporativa de segurança e conectividade.

O Sophos Workspace Protection, porém, parte de uma premissa diferente: se grande parte do trabalho acontece no endpoint e, principalmente, no navegador, por que todos os controles precisam estar concentrados em uma infraestrutura intermediária pela qual o tráfego obrigatoriamente deve passar?

Em arquiteturas tradicionais baseadas em gateways de segurança, pode ser necessário encaminhar — ou fazer backhaul — do tráfego do usuário para pontos de inspeção antes que ele alcance seu destino. Dependendo da arquitetura adotada, esse modelo também pode envolver inspeção TLS por meio de técnicas man-in-the-middle, além da operação de componentes adicionais de infraestrutura.

A abordagem da Sophos procura deslocar parte relevante desses controles para mais perto do usuário. Com o Protected Browser, ZTNA e DNS Protection, determinadas políticas de segurança podem ser aplicadas diretamente no ambiente em que o acesso às aplicações e aos dados acontece.

Segundo a Sophos, essa arquitetura permite operar sem depender do backhaul de tráfego e da inspeção TLS man-in-the-middle baseada em nuvem, reduzindo componentes intermediários que podem acrescentar latência, complexidade operacional e custos de infraestrutura.

Isso não significa que Workspace Protection deva ser apresentado como substituto universal para SASE ou SSE. São arquiteturas com escopos e capacidades que podem ser diferentes e, dependendo dos requisitos da organização, inclusive complementares.

O ponto central está na proporcionalidade da arquitetura.

Para empresas que precisam proteger usuários distribuídos, aplicações SaaS e privadas, terceiros, BYOD e dados acessados pelo navegador, mas não necessitam da complexidade de uma arquitetura SASE/SSE mais abrangente, o Workspace Protection pode representar uma alternativa mais direta para determinados casos de uso.

Em outras palavras, a Sophos propõe uma mudança interessante de perspectiva: em vez de obrigar o trabalho a passar pela segurança, levar a segurança até onde o trabalho acontece.

Firewall protege a rede. Endpoint protege o dispositivo. E quem protege o workspace?

Essa é provavelmente uma das maneiras mais simples de compreender o espaço que o Sophos Workspace Protection pretende ocupar dentro da arquitetura de Segurança da Informação.

Sophos Firewall → protege a rede.

Sophos Endpoint → protege o dispositivo.

Sophos Workspace Protection → protege o ambiente onde usuários, aplicações e dados se encontram.

As duas primeiras camadas continuam fundamentais. O firewall protege a infraestrutura e controla comunicações de rede. A proteção de endpoint atua diretamente sobre computadores e dispositivos contra malware, ransomware, exploração e outras ameaças.

Mas o trabalho moderno criou uma terceira área que ganhou enorme importância.

É no workspace que o colaborador abre o navegador, acessa Microsoft 365 ou outras aplicações SaaS, consulta sistemas privados, recebe informações, transfere arquivos, utiliza ferramentas de IA, copia dados e interage com recursos corporativos.

E esse workspace pode estar dentro ou fora do escritório.

Por isso, o Workspace Protection não deve ser entendido simplesmente como substituto do firewall ou da proteção de endpoint. Sua proposta é complementar essas camadas, levando controles de segurança para um espaço que se tornou central no trabalho híbrido: a interação entre o usuário, o navegador, as aplicações e os dados.

A mudança parece sutil, mas representa uma transformação importante na arquitetura de segurança.

Durante muito tempo, proteger a rede significava, em grande medida, proteger o lugar onde o trabalho acontecia. Hoje, isso já não é suficiente.

A rede continua precisando de proteção. O dispositivo continua precisando de proteção. Mas, quando o trabalho pode acontecer em qualquer lugar, o próprio workspace também precisa se tornar uma fronteira de segurança.

O que muda para o negócio?

No trabalho híbrido, existe um equilíbrio difícil de alcançar: a segurança precisa ser rigorosa para a empresa sem se transformar em um obstáculo permanente para quem precisa trabalhar.

Para o usuário, o ideal é que grande parte dessa proteção seja quase invisível. O colaborador precisa abrir o navegador, acessar as aplicações autorizadas, consultar informações e executar suas atividades sem enfrentar uma sucessão de barreiras que prejudique sua produtividade.

Para a organização, porém, essa simplicidade não pode significar perda de controle.

É justamente nesse ponto que a proposta do Sophos Workspace Protection ganha relevância. Em vez de depender apenas da localização do usuário ou da rede à qual ele está conectado, os controles procuram acompanhar o workspace e proteger a interação entre usuário, aplicações e dados, inclusive fora do perímetro corporativo tradicional.

Para as equipes de Segurança da Informação, isso pode ampliar a capacidade de controlar o acesso a aplicações SaaS e privadas, reduzir a exposição provocada por Shadow IT e Shadow AI, estabelecer restrições sobre determinadas formas de movimentação de dados, aplicar princípios de Zero Trust e oferecer acesso mais controlado a terceiros, prestadores e dispositivos BYOD.

Para a TI, a integração dos componentes do Workspace Protection ao Sophos Central ajuda a concentrar políticas e administração em uma plataforma já utilizada pelo ecossistema Sophos, reduzindo a fragmentação operacional que normalmente acompanha a adoção de múltiplas ferramentas independentes.

Para a liderança executiva, entretanto, o benefício pode ser traduzido em uma questão muito mais simples: como preservar a liberdade e a produtividade conquistadas com o trabalho híbrido sem entregar, junto com elas, liberdade irrestrita para os dados corporativos?

Essa é a mudança de perspectiva. A empresa não precisa escolher entre produtividade e segurança, nem tentar recriar o escritório ao redor de cada colaborador remoto. Precisa estabelecer controles compatíveis com uma realidade na qual pessoas, dispositivos, aplicações e informações estão permanentemente distribuídos.

Porque permitir que as pessoas trabalhem de qualquer lugar não deveria significar permitir que os dados da empresa também possam ir para qualquer lugar.

Trabalho híbrido exige uma arquitetura de segurança igualmente híbrida

O trabalho remoto não substituiu o escritório. A nuvem não eliminou o datacenter. Aplicações SaaS passaram a conviver com sistemas privados e legados. Dispositivos BYOD dividem espaço com endpoints corporativos gerenciados. E a Inteligência Artificial generativa acrescentou uma nova camada a um ambiente que já era complexo.

Na prática, as organizações não migraram simplesmente de um modelo para outro. Elas passaram a operar todos esses modelos simultaneamente.

Um mesmo colaborador pode começar o dia conectado à rede corporativa, continuar trabalhando de casa, acessar uma aplicação SaaS pelo navegador, consultar um sistema hospedado no datacenter, compartilhar informações com um fornecedor e utilizar uma ferramenta de IA generativa para apoiar determinada tarefa.

É essa combinação de ambientes, dispositivos, aplicações e formas de acesso que torna o workspace moderno particularmente desafiador para a Segurança da Informação.

Durante muito tempo, a resposta foi tentar estender o perímetro corporativo até o usuário remoto: criar túneis, redirecionar tráfego e reproduzir fora do escritório os mesmos controles que protegiam a rede interna. Esse modelo continua válido para determinados cenários, mas deixa de responder sozinho a uma realidade em que aplicações e dados já não estão necessariamente dentro desse perímetro.

O Sophos Workspace Protection parte de uma perspectiva diferente: aproximar os controles de segurança do ponto em que o trabalho realmente acontece — a interação entre identidade, dispositivo, navegador, aplicação e dados.

Com isso, a discussão deixa de estar concentrada apenas em uma pergunta tradicional: “De qual rede esse usuário está se conectando?”

E passa a considerar questões muito mais relevantes para o risco:

  • Quem está solicitando o acesso?
  • Qual aplicação essa pessoa realmente precisa utilizar?
  • Ela está autorizada a acessá-la?
  • O dispositivo apresenta as condições esperadas para esse acesso?
  • O que o usuário poderá fazer com os dados depois que entrar na aplicação?
  • Quais serviços SaaS e ferramentas de IA estão sendo utilizados durante o trabalho?
  • E, principalmente, para onde as informações corporativas podem ser movimentadas?

Essa mudança é fundamental porque conceder acesso já não encerra a decisão de segurança. Em um ambiente distribuído, também é necessário compreender o contexto desse acesso e estabelecer limites para o que pode acontecer com as informações depois que elas chegam ao usuário.

É uma evolução do conceito tradicional de perímetro: a segurança deixa de depender predominantemente de onde o usuário está e passa a considerar quem ele é, o que pretende acessar e o que poderá fazer com os dados.

No trabalho híbrido, portanto, o desafio não é reconstruir o escritório em torno de cada colaborador. É fazer com que os controles de segurança acompanhem o trabalho onde quer que ele aconteça.

A Mindsec leva o Sophos Workspace Protection para a realidade da sua empresa

Adotar uma nova tecnologia de Segurança da Informação é relativamente simples. O desafio está em garantir que ela resolva os riscos certos, seja aplicada aos usuários adequados e esteja integrada à realidade operacional da organização.

Por isso, um projeto de proteção do trabalho híbrido não deveria começar pela ferramenta, mas pelo entendimento de como as pessoas realmente trabalham e como os dados circulam nesse ambiente. Identidades, dispositivos, aplicações SaaS e privadas, terceiros, BYOD, políticas de acesso, utilização de IA generativa e requisitos de proteção de dados fazem parte de uma mesma superfície de risco.

É nesse contexto que a Mindsec, como representante da solução, pode apoiar as organizações na avaliação e adoção do Sophos Workspace Protection, identificando onde suas capacidades podem gerar maior valor e como integrá-las à arquitetura de segurança já existente.

Tecnologia é parte da solução. A estratégia é o que transforma proteção em resultado.

Antes mesmo de discutir tecnologia, algumas perguntas ajudam a revelar onde podem estar as principais lacunas:

  • Sua empresa ainda depende fortemente de VPN para oferecer acesso remoto às aplicações?
  • Colaboradores acessam sistemas e dados corporativos de casa, hotéis, aeroportos ou redes que a organização não controla?
  • Fornecedores, consultores e prestadores precisam acessar aplicações internas? E esse acesso é limitado somente aos recursos necessários?
  • Dispositivos BYOD acessam informações corporativas sem que a empresa tenha controle completo sobre o endpoint?
  • A organização sabe quais aplicações SaaS estão sendo utilizadas pelos colaboradores — inclusive aquelas que nunca foram homologadas pela TI?
  • Existe visibilidade sobre quais ferramentas de IA generativa estão sendo utilizadas e quais informações corporativas podem estar sendo enviadas para esses serviços?
  • Depois que um usuário recebe acesso legítimo a uma aplicação, a empresa consegue estabelecer limites sobre o que ele pode fazer com os dados — por exemplo, copiar, baixar, carregar ou transferir informações para serviços não autorizados?

Se algumas dessas perguntas forem respondidas com “não sabemos”, “não conseguimos controlar” ou “depende de onde o usuário está conectado”, o problema provavelmente não está apenas na ausência de mais uma ferramenta. Existe uma distância entre a arquitetura de segurança que a empresa possui e a forma como seus colaboradores passaram a trabalhar.

É justamente nessa distância que o Sophos Workspace Protection pode fazer diferença.

Conheça o Sophos Workspace Protection com a Mindsec

A proposta da Mindsec não é simplesmente adicionar mais um produto à infraestrutura do cliente. É ajudar a organização a compreender onde estão suas lacunas de proteção e avaliar como recursos como Sophos Protected Browser, Sophos ZTNA, DNS Protection for Endpoints e Email Monitoring System podem ser incorporados à estratégia existente.

O objetivo é construir uma proteção compatível com uma realidade em que o usuário pode estar no escritório pela manhã, trabalhando de casa à tarde e acessando aplicações corporativas de outra rede no dia seguinte — sem que os controles essenciais desapareçam quando ele atravessa a porta da empresa.

Porque o trabalho híbrido já é uma realidade. A questão agora é saber se a arquitetura de segurança evoluiu na mesma velocidade que a forma de trabalhar.

O trabalho já pode acontecer de qualquer lugar. A segurança precisa estar preparada para acompanhá-lo.

Conheça o Sophos Workspace Protection e converse com a Mindsec para avaliar como essa abordagem pode ser aplicada ao ambiente da sua organização.

Clique e fale com representante oficial Sophos

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