Cinco lições sobre cibersegurança que toda empresa precisa observar

Cinco lições sobre cibersegurança que toda empresa precisa observar

Especialista da Acer aponta os principais riscos e dá dicas de como se proteger na era da IA
 

A aceleração da transformação digital ampliou a produtividade das empresas, mas também elevou de forma significativa a complexidade das ameaças cibernéticas. Em um cenário marcado por trabalho híbrido, uso intensivo da nuvem e avanço da inteligência artificial, ataques se tornaram mais sofisticados, rápidos e difíceis de detectar, exigindo uma mudança estrutural na forma como as organizações pensam segurança da informação.

A cibersegurança deixou de ser apenas uma preocupação técnica e passou a ocupar o centro da estratégia de negócios. Hoje, proteger identidade, dispositivos e dados é essencial para garantir continuidade operacional e competitividade”, afirma Marco Vorrath, diretor de Vendas B2B da Acer Brasil.
 

Dados do Microsoft Digital Defense Report 2025, analisados pela Acer no contexto do mercado corporativo brasileiro, ajudam a entender como esse cenário evoluiu e quais pontos merecem atenção prioritária das empresas.
 

  1. Ataques impulsionados por IA se tornaram mais difíceis de identificar

O uso de inteligência artificial por grupos criminosos elevou o nível de ataques como phishing e engenharia social. Mensagens fraudulentas passaram a ser altamente personalizadas, bem escritas e praticamente indistinguíveis de comunicações legítimas.

Na prática, isso reduz a eficácia de treinamentos pontuais e reforça a necessidade de uma cultura contínua de conscientização, aliada a dispositivos corporativos preparados para operar com soluções de segurança baseadas em IA. No ambiente corporativo, notebooks projetados para uso profissional, com recursos nativos de proteção, passam a ter papel central na defesa.
 

  1. Ransomware segue como uma das principais ameaças ao negócio

Ransomware e extorsão continuam entre os vetores de ataque mais recorrentes, especialmente na América Latina. O modelo evoluiu: além de criptografar sistemas, os criminosos copiam dados sensíveis e utilizam a ameaça de vazamento como forma adicional de pressão. 

No Brasil, empresas de médio porte figuram entre os alvos mais frequentes, sobretudo aquelas com infraestrutura descentralizada, controles de acesso frágeis e equipamentos desatualizados. A experiência da Acer no atendimento a esse perfil de cliente mostra que apenas políticas de backup já não são suficientes — governança de identidade, segmentação de rede e atualização do parque de dispositivos tornaram-se medidas básicas de mitigação.
 

  1. Identidade digital assumiu o papel de novo perímetro

Com o trabalho híbrido e a adoção massiva de soluções em nuvem, o perímetro físico deixou de existir. Hoje, a identidade digital do colaborador é o principal ponto de ataque.

Grande parte dos incidentes começa com credenciais comprometidas, reutilização de senhas ou ausência de autenticação multifator (MFA). Por isso, dispositivos corporativos compatíveis com recursos como autenticação biométrica, proteção de credenciais e isolamento de processos passaram a ser elementos estratégicos na arquitetura de segurança das empresas.
 

  1. Escala e integração aceleram a resposta a incidentes

A análise de volumes massivos de dados de segurança permite correlacionar eventos, identificar padrões globais e responder a incidentes em poucos segundos. Esse cenário reforça a importância de ambientes integrados, nos quais hardware, sistema operacional e ferramentas de segurança operam de forma coordenada. 

Para empresas brasileiras, isso se traduz na adoção de equipamentos corporativos preparados para integrar diferentes camadas de proteção, reduzindo brechas criadas por soluções fragmentadas ou dispositivos fora de padrão.
 

  1. Segurança começa no dispositivo e no hardware

O relatório reforça que cibersegurança não é apenas uma camada de software. A proteção começa no hardware, com recursos como TPM 2.0, criptografia de dados, BIOS segura e autenticação biométrica.

Quando abordamos a segurança da informação hoje, falamos de escolhas estruturais. O dispositivo certo, com recursos de proteção embarcados e compatibilidade com as novas exigências do sistema operacional, é parte fundamental da estratégia de defesa das empresas”, conclui Vorrath.

 

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